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15 de março de 2019

Almoço com Andreia

Antes do carnaval a Andréia, ex-aluna, me manda uma mensagem dizendo estar com saudade da professora, querendo saber se poderia dar uma passadinha aqui apenas para deixar um presentinho que ela mesma fez! 
Adoro, adoro ganhar presente artesanal, feito pelas próprias mãos. Sim, mas também adoro ganhar presente de lojas - qualquer coisinha simples, pois vale o carinho, a lembrança. E ela fez uma agenda com o logo do curso, pensando em todos os detalhes. Tanto capricho.. tanto carinho.

Combinei de fazer um almoçinho - bem mais fácil e rápido do que servir um café. Deixei a cozinha da churrasqueira preparada na noite anterior, com todos os ingredientes já picados e guardados na geladeira. Mas tudo muito simples e fácil de fazer. 
Mas na hora de ligar o fogão, o gás acabou!!! Descemos para a cozinha de baixo e fizemos juntas rizoto de funghi na panela de pressão - coisa de 15 minutos. A receita está AQUI.

 A manhã estava muito convidativa para um almoço ao ar livre. Arrumei a mesa no terraço - um bom motivo para uma faxina nos vasos e no terraço depois das chuvas. Às vezes precisamos de estímulos para fazer algo que estamos adiando.
Mas na hora de servir a mesa, o sol estava de matar. Retiramos os pratos e montamos na mesa de dentro. Tomamos vinho em pleno meio-dia enquanto nossos maridos ralavam de trabalhar. Ô coitados!
Os vasinhos que enfeitam a mesa são de manjericão frescos. Percebi que eles conservam melhor dentro da água do que na geladeira, pois os uso com muita frequência. Se já tentei plantar em vasos? Sim, mas não levo jeito para agricultura. 
Mas a mensagem que quero passar aqui é, não percam a oportunidade de estar com pessoas queridas, achando que convidá-las vai dar trabalho. Um simples picadinho de carne moída, feito com carinho, com alegria, torna-se um grande banquete.  E precisa de mais?  

18 de janeiro de 2019

Agenda fevereiro/março 2019

Semana passada, recebi e-mail de uma pessoa interessada no curso de costuras. Dei todas as informações e ela, gentilmente, me responde dizendo que no momento o investimento não caberia em seu orçamento. Super grata por esse feed-back. Mas recebo pelo whatsApp (nem sempre em horário comercial, às vezes muito tarde da noite), mensagens de pessoas querendo saber sobre o curso ou mesmo querendo tirar dúvidas sobre qual máquina de costura comprar. Respondo com todas as informações possíveis, dou detalhes, falo da máquina, indico lugares onde comprar. A pessoa visualiza e pronto. 

Aí fico pensando se a pessoa teria a mesma atitude se fosse pedir informações de algum produto em loja física, onde você fica cara a cara com o vendedor? Você simplesmente vira as costas e vai embora? 

Bem, o que eu queria mesmo falar aqui é sobre a agenda do curso de costuras moda casa que já foi fechada em menos de dois dias depois de aberta. Todos os horários foram preenchidos.

E mal me contenho de ansiedade para ensinar tudo o que sei para deixar sua auto-estima lá em cima. Costurar roupas lindas para a sua mesa, sua cama, seu banheiro, sua cozinha, sua sala... presentear aos amigos; ter um hobby, ter um ganho extra,  conhecer novas pessoas... Ah, é tão maravilhoso isso...
Olhem a graça desse acabamento no guardanapo. Sim!!! vamos aprender juntinho. Mas deixo uma mostra nessa postagem AQUI como faço o ponto cheio. Já o canto mitrado, uso um gabarito que eu mesma criei para as alunas que frequentam o curso, bem fácil.

5 de dezembro de 2018

A outra Carolina

Enquanto escrevo este post a Carolina, ex-aluna e agora amiga, se dirige para Confins (aeroporto internacional de Belo Horizonte) com destino à Florianópolis - para onde está de mudança.
Ainda ontem à noite, enquanto assava  panetones para o café da manhã, falei com ela pelo whatsApp:

- Acabei de assar panetones. A casa está toda perfumada. Cheiro de Natal!

- Essa semana senti cheiro de panetone e lembrei na hora de você. Assim que organizar a mudança na casa nova vou fazer alguns - escreveu ela.

Na última semana de novembro ofereci um almoço aqui em casa para nos despedir. Aproveitei e fiz junto nosso encontro de Natal com as amigas da costura. Foi muito gostoso, trocamos presentes e fizemos amigo secreto.  Sorteamos na hora e caí com a Carolina! Fui merecedora dessa graciosa árvore de natal feito por ela. Não sou uma sortuda?

Em dias festivos, transformo o ateliê em sala de visitas. Carolina é a que está de vestido jeans.
Drinques e petiscos para antes do almoço
Saladinha  leve como entrada. O cardápio foi feijoada para aquecer a semana chuvosa e fria
Em cada cadeira um mimo para ser levado para casa como lembrança do encontro
Em outro dia ela veio aqui, gentilmente, me ensinar a fazer a árvore.  Ensinei a ela a fazer as bolas natalinas.  Gentileza gera gentileza, não é mesmo? Naquele dia trabalhamos e tomamos café com panetone! Mas não fiz registro. Que pena.

Depois que aprendi a fazer a árvore, a Bertha - outra ex-aluna e amiga - veio aqui aprender. Novamente trocamos conhecimentos. 
Costuramos e tomamos café com panetone. Fiquei viciada em fazer os tais panetones. Fiz na batedeira com gancho para massa pesada. Muito fácil e baixo custo. 

A receita está aqui:  PANETONE CASEIRO
 Árvores se multiplicam como o milagre dos pães
E é tão bom saber fazer algo, compartilhar, trocar conhecimentos. São essas pequenas gentilezas que nos fortalecem, que nos fazem criar laços, construir amizades eternas. Carolina, obrigada por fazer parte desses momentos. Com carinho, Helena


29 de novembro de 2018

Carolina

Meu querido diário, hoje falarei da Carolina que fez o curso de costuras aqui comigo. No próximo post falarei da outra Carol que está se mudando para Florianópolis.

Depois que terminou o curso criou sua marca de roupas para mesas, a Sweet Tablewear que, além das roupas de mesa, faz também essas maravilhosas cangas-toalhas que viajam por todo o Brasil e mundo afora.
Uma das cangas veio morar aqui comigo e começa a fazer parte dos meus momentos felizes, de descanso e laser. Ganhei esse presente dela!
E é para essa finalidade: fazer parte dos momentos felizes das pessoas, pois ninguém usa uma canga quando está enfermo, triste ou no trabalho. 
 E depois de várias semanas de chuva e frio, eis que o sol aparece aquecendo o mundo dos belorizontinos!
Acordei animada. Catei as ervas-daninhas das plantas, lavei o terraço e montei a "barraca", anunciando: "estou em férias!"
Peguei um livro, mas quase não prestei muita atenção naquilo que lia. Meus olhos se desviavam a todo instante para a canga colorida. Observo os hibiscos amarelos e alaranjados, o fundo azul, os pompons que circundam a costura. Quanto tempo levou a Carol para costurar, já que trabalha em horário integral, de segunda a segunda, com poucas folgas durante o mês?
A Carol é cuidadosa,  molha todos os tecidos (é... pois muita gente e as fábricas não molham!), passa a ferro,  estuda o tecido, mede tudo com a fita métrica, corta, alfineta; combina as cores das linhas... Pensa nos detalhes, no gosto da pessoa. Certamente  já observou o quanto amo essas cores. Não é para me sentir uma privilegiada em ser proprietária desse tesouro?
Em cada pontinho, em cada curvinha que a máquina passou tem um pouquinho do seu carinho e cuidado

Ah, ficaram curiosas para saber quem é essa Carol, não é? Então as fontes estão aqui:
Face Book ou 31.99669.0319 



2 de outubro de 2018

Oficina natalina 2018

Está aberta a temporada das oficinas natalinas!!!! Que delícia esse clima de festa, de alegria, de preparação de presentes, planos para férias...

E com vocês, para iniciar com chave de ouro, trago-lhes a artesã Josiane do ateliê Dorloter Mimos Artesanais
A primeira oficina será no dia 25 de outubro das 13 às 18 horas. Vamos fazer com vocês esse lindo ursinho em 3D, todo fofo, articulado e charmoso. Ideal para presentear os pequenos (e os grandes), decorar a casa e árvore de natal, enfeitar o quarto do bebê, entre outras muitas possibilidades. NECESSÁRIO SABER COSTURAR O BÁSICO. O resto vamos ensinar

Valor por pessoa: R$ 110,00 - 50% no ato da confirmação. O restante no dia do curso.
Todo o material está incluído + apostila + café da tarde em mesa lindamente posta.
Venham passar uma tarde se divertindo e se inspirando. Venham?


7 de agosto de 2018

Vamos lá bater um bolinho?

As alunas que vêm aqui fazer oficinas ou aulas dobradas, onde sempre sirvo um café,  elogiam meus bolos, pois algumas me confidenciam que os seus sempre ficam massudos, principalmente aqueles que pedem para bater tudo no liquidificador. Não bata tudo não!!!! O "bater tudo" se refere ao óleo, ovos, leite, açúcar... A farinha e fermento devem ficar à parte. Com o tempo fui aprendendo uns truques para que o bolo, principalmente o de cenoura, ficasse fofinho e macio, como esse aqui que servi ontem em uma das oficinas do pano de prato.
Antes de mais nada, leia a receita e veja a orientação qual forma usar. Sim, isso interfere em sua "fofurice". Para esse bolo uso uma forma redonda com 25cm de diâmetro x 5 de altura. Pré-aqueça o forno. Isso é importante.
 Para que ele saia assim, redondinho, mesmo ainda quente...
... unte a forma com manteiga e forre com papel manteiga
Atenção às medidas, pois elas devem ser precisas. Onde pede xícara de chá, não use, pois cada xícara de chá tem um tamanho. Tenho umas que mais parecem uns penicos de tão grandes! Compre aqueles conjuntinhos de medidas. A quantidade é nivelada, como mostra a foto abaixo. Não é transbordando. Aprendi nos livros da Rita Lobo.
Outra coisa que aprendi é sempre passar pela peneira a farinha de trigo, tanto para os bolos quanto para os pães, pois eles ficam bem mais macios. Não vejo a Rita Lobo mencionar isso. Preciso dar uns toques nela, poxa!
E o fermento, não é uma colher de sopa "cheiona". É rasa para não deixar gosto. Você sabia que a tampinha da embalagem do fermento é exatamente uma colher de sopa? Mas nivelada. Sempre
Então vamos fazer esse bolinho fofo e lindo, perfumando a casa nos dias frios?

Aqueça o forno, prepare a forma, separe os ingredientes e vamos ao liquidificador, colocando:
  • 3 ovos (quebre um de cada vez separado, pois se um estiver estragado, não vai perder a receita)
  • 1  xícara de óleo (girassol ou milho), pois o de soja deixa o bolo com gosto ruim. Reserve um óleo de melhor qualidade só para esse fim.
  • 2 xícaras (niveladas) de açúcar (pode ser cristal ou refinado). O cristal é mais saudável e barato
  • 3 cenouras médias sem a casca e em pedaços. 
Enquanto os ingredientes acima estão sendo batidos no liquidificador, peneire:
  • 2 xícaras de farinha de trigo (niveladas)
Despeje o conteúdo do liquidificador na farinha peneirada, mexa bastante para dissolver bem a farinha para que o seu bolo não fique com aquelas partes brancas por dentro. Feio. Depois que misturou bem, adicione:
  • uma tampinha de pó royal (nivelado)
Mexa bem, despeja na forma e leve ao forno por uns 35 minutos, mas isso vai depender do forno. Quando começar a perfumar a casa, teste espetando um palito. Se o palito saiu limpo, retire do forno e espere esfriar. Como sempre uso papel manteiga, nem sempre espero esfriar por completo para desenformar. Use um prato para virar o bolo. Retire o papel manteiga e desvire o bolo novamente no prato que vai servir. Nada de servir bolo em forma. Muito feio.

Se quiser cobrir com chocolate, derreta uma barra no microondas, acrescente umas 3 colheres de creme de leite (ou leite apenas), mexa bem e cubra o bolo. Eu prefiro polvilhar com cacau em pó. Mais prático, saudável e mais barato sem fazer meleca.
Aqui as sortudas da tarde de oficina com café
Uma das participantes já é "graduada", mas veio fazer uma reciclagem, matar a saudade das aulas.
Esse modelo de toalha já ensinei AQUI. É fácil e prático e faz um vistão na mesa. Usei um tecido bem estampado para me dar muitas possibilidades na hora de escolher os guardanapos. Vai combinar com todos, vejam!
Flores frescas para recepcioná-las. Que me perdoem as permanentes, mas nada se compara às naturais, que têm raízes, que necessitam de alimento para viver, que vivem e morrem, como todos os seres vivos do universo. Essas espécies são vendidas em supermercado. Custam pouco, são duráveis e deixam a casa alegre e receptiva.

Se o cesto que for usar é mais alto do que o vaso de flor, coloque um apoio dentro do cesto para que a copa apareça.


Detalhes da mesa. Cachepôs que ganhei da Jú. Muitas possibilidades emprego a eles.
Antes de receber alguém, que seja para um simples café,  procurem deixar tudo preparado antes, com a mesa já arrumada, com os utensílios que vai servir já separados, com a casa (e você) já arrumadas.
Acho tão desagradável a visita chegar e você lá na cozinha, correndo feito louca, com risco de quebrar alguma coisa, se machucar. Mesmo que seja para os familiares que vêm visitar, isso pode constranger a visita em pensar: "nossa, como estou dando trabalho, não venho mais!"

Tá esperando o quê, mulher! Vamos lá bater um bolinho? Tira o travesseiro do sofá e larga o celular, poxa!

2 de agosto de 2018

É dando que se recebe

Escrever um blog numa era onde tudo - ou quase tudo -  é mostrado em filmes com edição, com filtros e muitos "joinhas", me parece um tanto antiguinho. Sempre estou contra a maré, mas não me importo, não ligo para os likes, os joinhas, gosto de escrever, onde mostro a minha essência, o que penso e sinto. Não vejo com muita frequência o story das pessoas que sigo no Instagram. Aliás, eu gosto de seguir trabalhos. As pessoas, a gente segue junto, caminha junto, recebo em casa, sirvo café, onde há diálago e não monólogo. Assim nos interagimos. Aquele "joinha" fica registrado no coração, pois o meu negócio envolve emoções e afeto.

Segunda-feira recebi duas ex alunas queridas. Uma delas vem aqui com muita frequência. Ela conta seus causos, eu conto os meus e a gente ri dos nossos.

Também veio a Andreia que está sempre em sintonia comigo, me manda foto dos seus trabalhos, dá e pede dicas. Naquele dia não foi uma aula marcada, embora ensinei a forrar um caderninho muito fofo. Conversamos, produzimos e tomamos café, nós três. Durante nosso encontro mostrei os panos de prato que ia ensinar nas oficinas. Embora a Andreia já tenha feito alguns deles durante o curso, quis fazer a oficina e mais, indicou uma amiga.

A ideia das oficinas era montar grupos de 3, mas esqueci uma das máquinas em São Paulo. Esse esquecimento favoreceu muito a dinâmica das aulas. Eu sento na ponta da mesa, elas ficam uma na frente da outra - cada uma com uma máquina. A conversa fica com mais sintonia, os trabalhos rendem mais. Está sendo ótimo. Todo mundo aprovou.
 Então veio a Paula junto com a Andreia fazer a oficina. Depois dos trabalhos já adiantados, me ausentei para preparar a mesa, com tudo feito em casa.
 E elas amam tomar café aqui comigo. A Paula comentou que parecia o café da manhã do programa Mais Você. Louro José? Não tenho. Mas tenho a cachorrinha que fica sentada olhando de esguelha. Vai que resolvem me dar uma coisinha, né?
Trabalho concluído, a Paula se inscreve no curso regular. Quer aprender tudo!
E não é dando que se recebe?