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15 de junho de 2018

A manhã com mulheres artesãs

Habita em mim a alma de um carpinteiro! Vivo inventando coisas com madeira para enfeitar a casinha, para facilitar a minha vida, para tornar tudo mais artesanal. Vivo cercada de mulheres artesãs. Aprendo com elas; elas comigo. Sempre tenho um olhar artesanal para aquilo que vejo, seja na loja de materiais de construção, no supermercado, no meio da estrada por onde andamos. Sempre imagino que aquilo pode ser transformado naquilo. 
Alunas que vêm em casa e veem minhas artes, logo perguntam se não ensino. Sim, ensino. 

Hoje dei uma oficina para duas ex-alunas - duas muito queridas que tenho muita estima e orgulho porque como eu, são mulheres artesãs. Uma é a Ju, que já falei dela inúmeras vezes e a outra é a Patrícia, super habilidosa, que também já falei dela - uma mulher artesanal. Fizemos suporte para panelas, com suas inúmeras utilidades. A técnica consiste em colar azulejos na madeira; colar madeira com madeira e pintar tudo. Se for usar como quadros, pendura-se ganchinhos. 
Enquanto iam trabalhando, iam conversando, falando das costuras que aprenderam aqui comigo, das criações que vieram depois. Davam ideias, eu dava outras ideias. "Ah, Helena, essas aulas são mais do que aulas, é uma terapia!" E é tão delicioso estar nesse ambiente, fazer parte dessas historias...
Devido às obras ainda na parte de baixo do apartamento, não pude arrumar a mesa como gostaria, pois nada está no lugar de costume. Mas não faltou um bom café, leite, mate, bolo de limão, pudim de pão com calda de laranja e, acreditem, pizza!!!! Sim, pizza no café da manhã! Não se come frios e pães pela manhã? Fiz a massa e molho na véspera; deixei tudo cortado e separado na geladeira. Na hora de servir, foi só montar e levar ao forno. Massa e molho feitos em casa artesanalmente. A receita está nos livros da Rita Lobo, mas faço umas adaptações para caber no meu bolso e no meu gosto.
Não gosto de servir a pizza na própria forma de alumínio. Aliás, não sirvo nada na forma. Aquelas formas em alumínio amassadas, então, um horror. Acho o máximo do desleixo. Afinal, uma louça arrumadinha não custa o olho da cara. Ai, gente, não deixa de me convidar por isso não, poxa! eu falo isso porque é verdade, a anfitriã toda montada no cabelo escovado, com salto, unhas esmaltadas e as panelas na mesa, amassadas? Beleza também vai à mesa, comadre!  Mas como eu disse, hoje estamos em obras, com tudo fora do lugar. Ideal assar na forma de pedra. Além de bonita, ela mantém o calor.
É terapêutico fazer pizza. É econômico! A receita que vou passar dá duas pizzas grandes (8 pedaços cada pizza). Se quiser uma pizza com a massa mais grossa, faça uma apenas ao invés de dividir em duas.

Ingredientes para a massa de duas pizzas grandes (8 pedaços cada pizza)

  • 3 xícaras (chá) de farinha de trigo (niveladas)
  • 1 xícara (chá) água temperatura ambiente 
  • 1 colher (sopa) fermento biológico seco - uso metade do sachê do fermento. Guarde na geladeira o que sobrou para outra vez que for fazer mais pizza
  • 1 colher (chá) açúcar (nivelada)
  • 1 colher (chá) sal (nivelada)
  • 2 colheres (sopa) de azeite (ou óleo)
  • Farinha de trigo para polvilhar a bancada
  • Fubá para polvilhar a assadeira

Modo de fazer a massa.
  • Diferente do que ensina no livro, gosto de pré-assar a massa e guardar na bancada se for usar mais tarde; na geladeira se for usar uns dias e no freezer se for usar até 3 meses. 

Coloque numa tigela a água, o fermento e o açúcar. Misture bem e deixe descansar por cerca de 10 minutos. Acrescente o azeite (ou óleo), o sal e vai adicionando a farinha, aos poucos, e amassando. Nem sempre utilizo toda a farinha indicada, pois isso vai depender da qualidade da farinha que está usando. O ponto bom é quando ela ficar lisinha e desgrudando da mão. Vai amassando, esticando, sovando. Isso leva cerca de uns 15 minutos. Se você tem uma batedeira para massa, utilize. Eu, particularmente, gosto de amassar nas mãos. Acho mais romântico e terapêutico. Ah, e se fizer a dois (não é o caso aqui de casa), vai ficar mais romântico ainda. Amôôô prova daqui, amôôô, amassa dali... E se enlaçam e se abraçam... Ai, Jesus, olha a pizza!!!!Olha a pizzaaaaaa!!!

Depois de tanto amasso, embrulhe num papel filme ou numa vasilha com tampa e deixe descansar por 1 1/2 hora. Enquanto a massa descansa e triplica de volume, vamos preparar o molho que faço à minha moda, num vapt-vupt. Nada de molho pronto. Perde o romantismo. Eu perco o tesão! 

Ingredientes do molho para duas pizzas apenas:

  • 2 tomades
  • 1/4 de um pimentão sem as sementes
  • umas 6 folhinhas de manjericão fresco
  • 1/4 de uma cebola
  • 1 dente de alho amassado
  • 1 colher (sopa) azeite (ou óleo)
  • 1 pitada de sal
  • 1 pitada de orégano seco

Bata no liquidificador os tomates, pimentão, cebola, alho e manjericão e passe por uma peneira para retirar as sementes dos tomates. Leve uma panelinha (ou caneca pequena) no fogo, coloque o azeite (ou óleo) e jogue o molho. Deixe ferver, abaixe o fogo e conte uns 10 minutos apenas. Desligue, adicione o orégano e o sal. Pode guardar esse molhinho em um vidro na geladeira, caso vá fazer s pizza depois. Eu costumo deixar tudo separado e pronto na geladeira. Na hora de montar a pizza é mais rápido e prático, principalmente se tem visita. 

Decorrido o tempo de crescimento da massa, aqueça o forno, polvilhe a bancada com farinha de trigo e divida a massa em duas partes. Abra com o rolo formando um círculo maior do que o diâmetro da forma. Esse processo é o mais difícil porque ela tem que ficar uniforme sem rasgar. Demorei algum tempo para conseguir essa proeza. A massa fica fina e crocante. Mas se quiser uma massa mais grossa e farta, use toda a massa para uma forma apenas. Polvilhe o fubá na forma, estenda a massa, ageite bem, faça furos com o garfo e leve ao forno médio. Cuidado para não assar demais, pois lembre-se que essa mesma massa vai voltar pro forno com o recheio. Retire do forno, coloque o recheio e volta pro forno novamente. Se for usar em outra ocasião, espere esfriar, embale em sacos plásticos e guarde, na geladeira ou freezer. 

Ingredientes do recheio para uma pizza. Se for fazer duas, duplique.
O recheio pode variar como frango desfiado, atum, berinjela refogada, abobrinha e o que mais seu paladar, bolso e disposição permitirem. Essa de muzarela acredito ser a mais econômica. 

  • 1 tomate cortado em rodelas finas
  • 6 azeitonas (pretas ou verdes) sem o caroço
  • 2 bandejas de queijo mussarela fatiado - uso bandejas pela praticidade
  • Orégano para polvilhar, azeite para regar e 6 folhinhas de manjericão fresco. O manjericão é colocado na hora de servir - não vai ao forno
  • Molho feito na hora

Espalhe um pouco do molho (não muito para não ensopar) por cima da pizza pré-assada, cuidando para não espalhar muito nas bordas para não transbordar quando estiver no forno. Distribua o queijo. Gosto de cortar em tiras as fatias para distribuir melhor. O mesmo cuidado vale para não por muito nas beiradas; coloque os tomates, a azeitona; polvilhe orégano e azeite e leve ao forno. Vai depender do forno -  leva uns 15 a 20 minutos. A massa deve ficar bem assada e o queijo derretido, mas não ressecado. Antes de servir, espalhe as folhinhas de manjericão e regue com azeite.

Meu pitaco: Para um jantarzinho a dois, acho essa receita muito prática porque você pode preparar tudo antes. Ah, e que mulher fresca e prendada, com a mesa já arrumada! Se procura alguém, esse é um truque perfeito (usei tanto isso). Homem gosta de comida e mulher fresca. Não, não aquela mulher fresca, de frescura, de nhem-nhem, mas mulher fresca, que acabou de sair do banho.







5 de junho de 2018

Alecrim dourado...

...que nasceu no campo sem ser semeado...

Passei minha infância ouvindo minha mãe cantando essa música enquanto cozinhava, costurava, limpava, varria...

Hoje na minha cozinha, ao lado da pia, repousa uma jarrinha de alecrim dourado que também não foi semeado
foi comprado um masso fresco no supermercado. Ele perfuma a cozinha enquanto cozinho, trazendo lembranças antigas de uma infância pobre, mas feliz, onde tudo tinha que ser adaptado, esticado e multiplicado. 

Espero para o almoço uma amiga querida que já foi aluna. Ela mora numa cidade próxima a Belo Horizonte, mas vinha toda semana ter aulas de costuras aqui comigo. Nos últimos tempos passou por "poucas e boas", mas superou, levantou a cabeça  e não ficou no canto chorando, maldizendo a má sorte. Veio feliz rever a mestra que lhe ensinou a arte de costurar. Adoro receber notícias das ex-alunas, ver seus projetos, saber de suas vidas. 
Nas mãos um pacotinho, pesado e gordo. O que será? Só de pegar já deduzi: um livro!!! Um livro de receitas! Ah, e como adoro ganhar livros, pois são eternos. 




Abro o pacote e sinto o cheiro do livro novo, maravilhoso, da autora Paola Carosella, com mais de 90 receitas - receitas com histórias de família. E eu amo isso. 

Conta a autora que a cozinha lhe abriu portas, a ajudou a construir uma vida, a cortar o silêncio com o ruído fértil de louças e panelas, a rodeou de pessoas queridas... Sinto uma certa semelhança entre a sua cozinha e a minha costura. A costura também modificou a minha vida e me cerca, todos os dias, de pessoas queridas. E é tão bom saber que somos algo, que sabemos fazer algo!

Montei a mesa apenas com os dois lugares, onde servi batatas ao forno com alecrim e ervas. Fiz filé ao forno, farofa com nozes e salada. De sobremesa pudim de pão. Enquanto sirvo a sobremesa comento que é sobremesa de mãe - de mãe pobre, como a minha. E ela comenta que torno chique aquilo que é simples.


Sim, preso pelas coisas simples, mas com outra forma de apresentação, como as garrafinhas de bebidas e sucos que reutilizo para servirem como vasos.  
E a vida pode ser maravilhosa quando conseguimos, com pouco, aquilo que gostaríamos de ter e ser! Você não precisa ter louças bonitas, saber cozinhar pratos incríveis para receber pessoas que você ama. Seja você, simples como o alecrim do campo que nasceu sem ser semeado. 






1 de junho de 2018

Oficina azulejos na madeira

Na próxima sexta-feira, dia 08 de junho de 2018, vou oferecer uma oficina das 8 às 12 horas, onde vou ensinar a montar peças utilizando azulejo e madeira. Faremos um aparador para ir à mesa, mas que pode servir também como tábua de queijos, bandejas e outras utilidades. Com a mesma técnica você consegue criar outras peças, como porta-chaves, porta canecas, porta toalhas, entre outras peças.
Será serviço um café da manhã com mesa lindamente posta, especialmente para vocês. Para quem já fez alguma oficina aqui ou para quem já foi aluna, mesmo aquelas de alunas avulsas, darei um super descontão.
Valor da aula com tudo incluído + café da manhã: R$ 50,00 para ex-alunas
Para quem nunca fez curso comigo: R$ 85,00

Vamos? Contatos pelo e-mail helenacompagno@hotmail.com ou pelo whatsApp 31.99296.8933

28 de maio de 2018

Um pouco da casa

Desde que criei esse blog venho falando e mostrando minhas costuras, aquelas que faço para a minha casa, tanto de BH quanto de SP;  roupas que faço para mim e para as filhas; comidas que faço, que invento; como recebo minhas visitas; reformas que eu mesma faço em casa; artesanatos e, por último, as costuras que ensino para as alunas que fazem aula, tanto as de BH quanto as de SP. Nem sempre mostro tudo, nem sempre falo de todas - algumas não gostam, eu respeito. Mas o assunto desse blog é casa. Casa é nosso refúgio. Casa é o nosso lar!

Fizemos algumas reformas no andar de cima onde tenho o ateliê, terraço, cozinha e churrasqueira. Já fiz muitas alterações desde o dia que nos mudamos. Marido nem queria comprar esse apartamento por achar que estava muito estragado, mas o convenci que o local era bom, a construção boa e que valia a pena reformar. Tive que vender o meu carro para bancar as reformas. Não me importei, pois faço pouco uso dele, já que aqui o transporte é diverso. Hoje já consegui comprar outro carro e ele acha que realmente fizemos um ótimo negócio. 

Essa última reforma (última? sei não) foi substituir todas as pastilhas que revestiam o terraço por grafiato. Não retiramos as pastilhas. A cor escolhida foi concreto. Achei que ia combinar com o verde das plantas. 
O forro das cadeiras eu mesma fiz até comprar novas cadeiras. Usei gorgurão.
Esse biombo eu usei até o fechamento em blindex da varanda que antes era aberta, nos tirando a privacidade quando queríamos ficar lá à noite. O espaço também recebia muito vento.
Gerâneos que crescem nos vasos. Ansiosa por sua completa floração
Tecido faz parte da minha vida e, inspirada nas cores da cortina da cozinha, escolhi as tintas, terracota, verde e cinza. Gostei do resultado.
As antigas pastilhas da churrasqueira foram removidas e substituídas por pedras. Na foto do balção a claridade causou na foto esse degradê
 O "revestimento" da pia é auto adesivo, fácil de aplicar. Eu mesma apliquei
Presentinhos que ganho 
Manhãs de abril
Esperando amigas que vêm bater um papo. Cachorrinha espera, curiosa! 

A cortina, minha musa inspiradora
Feliz demais com minha casinha
 Essa foto da churrasqueira foi tirada uns dias depois da mudança. Ainda permanecia encardida.
 A antiga cortina da pia e parede
 Aqui as cadeiras com tecido azul para combinar com as antigas pastilhas
 Removi a cortina branca para deslumbrar a vista das montanhas que amo
As pastilhas do balão também foram removidas. Nessa foto já havia feito uma "maquiada" na churrasqueira, mas sempre odiei essas pastilhas. Duas alunas queridas que nesse dia fizeram aulas de porta-guardanapos.
 Digito esse texto enquanto espero a aluna chegar. Putz, chegou! Até mais

20 de maio de 2018

Um churrasco para ladies

Devo confessar que, tanto eu quanto o marido, não somos adeptos de fazer churrasco, embora temos uma boa churrasqueira, praticamente quase sem uso. Acho tão trabalhoso, tanta fumaça, tanta sujeira... Marido não é muito receptivo a encontros, não faz questão. A gente cansa de ficar empurrando... Ah, larga a mão, filha - com certeza diria meu velho pai. 

Mas eu não largo mão de estar com pessoas que eu gosto, de oferecer o meu melhor. Ninguém vive sozinho. Não somos uma ilha! 

Sexta-feira ofereci um almoço para as minhas amigas. Como fizemos algumas reformas, fiquei animada em oferecer um churrasco. Não, não aqueles churrascões, onde se bebe chopp, muita cerveja, sem hora para terminar. Não seria um churrasco de homens! Seria um churrasco para ladies. Então, achei mais apropriado montar espetinhos mistos.

Aprendi nos livros da Rita Lobo (sou super fã daquela pessoa, tão prática, disposta e feliz) a deixar os espetos na água antes de montar as carnes para não queimar a madeira. Acender o fogo foi o mais difícil. Nossa, que fumaceira! Ai minha louça fina, meus guardanapos, minhas flores...Mas a minha ajudante que, na verdade, foi ela quem comandou a churrasqueira por ser mais experiente, me acalmou dizendo que era só na hora de acender o fogo. Depois das brasas acesas ia-se a fumaça.

E assim, do carvão duro é árido, fez-se as brasas... As amigas foram chegando...Tantos abraços, tantas conversas. Abre-se presentes, abre-se garrafas. Petiscos são expostos na mesinha de centro... Gosto tanto desses encontros, onde fico muito à vontade e feliz!
Mas daí os espetos ficaram prontos antes que todas chegassem e os petiscos fossem provados. Não, decididamente fazer churrasco não é a minha praia. Sou organizada demais para ficar à mercê do fogo, que cresce desgovernado. Prefiro o forno a gás ou elétrico, onde tenho o controle. Ligo, desligo abaixo...

Então sugeri que os espetinhos fossem servidos junto aos petiscos. Todo mundo com o espeto na mão!
Hum... Será que vai sobrar churrasco para quando sentarmos à mesa? Mas o bom de convidar só mulheres é que elas comem e bebem pouco.

E enquanto elas conversam vamos olhar os detalhes da mesa posta?

Mas churrasco pede mesa posta? E por que não? O título desse post não é "um churrasco para ladies"?A comida foi disposta no balção e, conforme o churrasco for ficando pronto, fui colocando na travessa ao lado dos outros pratos que preparei com antecedência. Elas foram se servindo e sentando à mesa. Assim todo mundo compartilha dos meus assuntos, sem formar grupinhos isolados. 

Fiz uma composição de azul e verde com os guardanapos e louças. A ocasião pedia uma mesa bem alegre e festiva. Porta-guardanapos em passarinhos que ganhei no dia das mães e personalizei com galhos de lavanda, amarrados com cordão de sisal
Detalhes do avesso do guardanapo que parece direito. Essa técnica eu ensino no meu curso de costuras. Venham aprender comigo. Contato no final do post.
Taças e copos que ganhei no dia das mães, mas descobri que no Mercado Central (BH) encontra-se por muito menos. Oh!
Os sousplats roxos fiz quando nos mudamos para Belo Horizonte. Tanto sofrimento naqueles dias, adaptação à nova cidade, colégio novo das filhas, um recente luto na família. Histórias tristes que pretendo esquecer usando os sousplats em dias felizes como esses. 
Gente boa e feliz, traz energias boas. Junte-se aos bons. Largue os maus, os amargurados, os mal amados, os invejosos, os preguiçosos. Sigam pessoas produtivas . É assim que crescemos. Eu, graças a Deus, tive bons exemplos em casa, mas tem gente que não tem, então, não é desculpa para ser revoltado, para dizer que a mãe não ensinou nada. Aprende-se na vida, minha filha!

  
A filha chega da rua e junta-se às demais
 
Vamos servir a sobremesa?
Receita desse tiramissu aprendi no Cozinha 3 x 4 da Rita Lobo. Só não fiz o biscoito champagne que vai na receita. aqui
A receita desse pudim de nozes postei aqui
Cantinhos decorados para recepcionar


Bougainville desidratada dura uma eternidade

Definitivamente foi um dia muito, muito feliz!
Informações do curso de costuras, com duração de apenas 2 meses pelo e-mail helenacompagno@hotmail.com