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23 de janeiro de 2019

Lavou? tá limpo!

Quando criei o curso de costuras, em 2012, a ideia sempre foi ensinar costuras gastando pouco, saber comprar bons e bonitos tecidos. Costurar da forma mais prática possível sem gastar muito. 
Com esse trapinho, de meio metro em jacquard vermelho, ao custo de apenas R$ 4,62 (quatro reais e sessenta e dois centavos!), fiz duas capas de almofadas para renovar o enxoval aqui de casa e ensinar às alunas do curso de costuras moda casa. Faço com apenas as duas costuras laterais + as costuras do zíper que fica todo escondidinho, pois se não tiver um que com combine, não tem problema. Fico numa felicidade e tanto. Vocês nem imaginam!!!

Assim é meu lema sempre: faça o melhor, com economia e não ter vergonha de entrar em loja feia, bagunçada. Lavou? Tá limpo!

18 de janeiro de 2019

Agenda fevereiro/março 2019

Semana passada, recebi e-mail de uma pessoa interessada no curso de costuras. Dei todas as informações e ela, gentilmente, me responde dizendo que no momento o investimento não caberia em seu orçamento. Super grata por esse feed-back. Mas recebo pelo whatsApp (nem sempre em horário comercial, às vezes muito tarde da noite), mensagens de pessoas querendo saber sobre o curso ou mesmo querendo tirar dúvidas sobre qual máquina de costura comprar. Respondo com todas as informações possíveis, dou detalhes, falo da máquina, indico lugares onde comprar. A pessoa visualiza e pronto. 

Aí fico pensando se a pessoa teria a mesma atitude se fosse pedir informações de algum produto em loja física, onde você fica cara a cara com o vendedor? Você simplesmente vira as costas e vai embora? 

Bem, o que eu queria mesmo falar aqui é sobre a agenda do curso de costuras moda casa que já foi fechada em menos de dois dias depois de aberta. Todos os horários foram preenchidos.

E mal me contenho de ansiedade para ensinar tudo o que sei para deixar sua auto-estima lá em cima. Costurar roupas lindas para a sua mesa, sua cama, seu banheiro, sua cozinha, sua sala... presentear aos amigos; ter um hobby, ter um ganho extra,  conhecer novas pessoas... Ah, é tão maravilhoso isso...
Olhem a graça desse acabamento no guardanapo. Sim!!! vamos aprender juntinho. Mas deixo uma mostra nessa postagem AQUI como faço o ponto cheio. Já o canto mitrado, uso um gabarito que eu mesma criei para as alunas que frequentam o curso, bem fácil.

14 de janeiro de 2019

Imagens daqui

Ainda estou em férias, mas em casa. Aproveito o tempo livre para ser apenas dona de casa -  o que mais gosto de ser!

Deixo aqui algumas imagens que possam servir como motivação


11 de janeiro de 2019

Rituais Natalinos 2018

O Natal já passou, mas estava com esse texto, no rascunho. Hoje abri o blog para deletar, mas resolvi postar - serve para o ano que vem. Se bobear, amanhã a gente acorda e já é 2020. Exagerada!
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Como tenho duas casas, a paulista e mineira, e sempre passamos o Natal na casa paulista por causa das nossas famílias, a casa mineira acaba sempre com a decoração natalina improvisada. 

Como os americanos, fui atrás de uma árvore de verdade. Não, não fui a uma "Christmas tree farm" comprar um pinheiro. Fui no mato, em Nova Lima (MG), catar um galho seco. Trouxe arrastando até o carro, subindo e descendo morro. Essa sou eu!

O galho era grande demais e não cabia no carro. Pensei deixar lá, escondido numa moita, voltar pra casa e pegar o carro do marido. Mas como o conheço muito bem, certamente iria me fazer mudar de ideia, deixar o galho lá e comprar uma árvore artificial, igual a que temos em São Paulo. Mas eu gosto dessas aventuras tipo, colher com a mão a pimenta e o sal...

Então eu resolvi diminuir os galhos, quebrando-os. E ficou assim:
Fiz as bolas seguindo as explicações da Bertha, amiga e ex-aluna. Depois encontrei esse vídeo AQUI, onde explica nos mínimos detalhes.

Já na casa paulista, as meninas montaram  a árvore artificial. Eu montei o presépio e guirlanda. Filha caçula escolhe uma play list de músicas natalinas. No forno panetones - os últimos da temporada... Naquele clima, para mim, o Natal já acontecia!
Depois do trabalho, o justo descanso
Mas, por conta do pé quebrado, resolvemos passar o Natal num hotel, no litoral paulista, em São Sebastião.

Gosto das decorações do Natal e tudo o que envolve a ocasião, mesmo que eu tenha que passar o dia inteiro na cozinha. Faço porque gosto. Faço com prazer. Mas devo confessar que foi muito gostoso chegar no salão do hotel, lindamente decorado, com nossa mesa marcada, com uma vista maravilhosa para o mar
Cheirosos, frescos e descansados.


Assim passamos o Natal com nossos presentes mais valiosos. E isso é tudo.



9 de janeiro de 2019

Quando um carinho faz bem

Como faço, todos os anos, desde que comecei a escrever aqui no blog, sempre conto quando fico um ano mais velha. 

E no penúltimo dia de 2018 fiz 60 anos. Quase como tradição, fomos almoçar no mesmo restaurante italiano de sempre.
Então, naquele dia que acordei com 60 anos, convoquei a maquiadora oficial da família: filha, capricha aí na maquiagem! "Mãe, não posso fazer milagres!" eita carai

Como já contei aqui, quebrei o pé 2 semanas antes de sair de férias. Usei bota ortopédica durante um mês. Viajamos, fomos para a praia, fizemos inúmeros passeios, de barco, de carro, de trem, de uber, a pé e continuei usando a bota. Em São Paulo, fiz um RX. Médico olha, olha e pede para continuar com a bota. Eu, teimosa, depois de 30 dias, resolvo andar sem bota pela casa sem retornar ao médico para nova avaliação. Primeiro andei pela casa, devagar, com cuidado. Depois fui ao sacolão e fui indo, mas, em plena avenida Paulista, andando com muito cuidado porque havia chovido, caí feito uma bolacha mole. Mas dessa vez não fiquei lá, estatelada, esperando ajuda, tratei de me recompor, pois perco o tesão, mas não perco a pose, como diria uma velho amigo! Não foi um tombo tão violento como da primeira vez. Nem gritei. Levantei e fui andando. Depois de alguns passos ouvi uma senhora (japonesa) me chamando, oferecendo ajuda, perguntando se eu estava bem, se queria uma água. Olha, que fofa! Respondi que estava bem, agradeci e segui em frente.

Sim, eu fiquei bem (e nem fui chorar no banheiro!)